Manoel de Oliveira observa a frente ribeirinha do Douro, reunindo barcos, pontes, trânsito e as pessoas cujo trabalho sustenta o porto. O filme acompanha os ritmos do trabalho e do quotidiano, ligando os gestos humanos ao rio e à cidade que o envolve. Através de imagens silenciosas e da montagem, este retrato inicial do Porto regista uma comunidade moldada pela sua relação com a água.