Esta conversa propõe uma reflexão sobre os modos como a história do cinema é construída, transmitida e revista. Charlotte Ducos, Yvonne Scholten e Carmen Gray discutem a importância de recuperar obras secundarizadas, interrogando os mecanismos de visibilidade, circulação e reconhecimento que moldam o cânone. Entre investigação, curadoria e memória, a conversa procura perceber como revisitar o passado pode também abrir novas genealogias e possibilidades para pensar o cinema no presente.