Na favela Chapéu Mangueira, Sueli ocupa o centro de uma casa cheia de filhos, netos e vizinhos, constantemente reparada e atravessada por música, humor, medo e ternura. Enquanto tiros marcam o quotidiano e as perdas se acumulam, ela cuida, repreende e consola. Próximo da família, “Saudades Eternas” observa como afeto e resistência persistem onde a vida é continuamente precária.