Nas montanhas do noroeste ibérico, o Garrano atravessa um território partilhado por seres humanos e não humanos. “Fosfeno” reúne imagens de acontecimentos marcantes e liberta-as de uma leitura estritamente realista, transformando a paisagem numa experiência interior e instável. Entre realidade e símbolo, o filme constrói uma fábula sensorial sobre o tempo, a vida, a morte e o confronto entre civilização e natureza.