Partindo da experiência do realizador com a doença, a quimioterapia e um transplante de medula óssea, o filme aproxima corpo e território. A linguagem médica da compatibilidade, imunidade e rejeição cruza-se com a transformação pós-soviética da Geórgia, a migração e as fronteiras disputadas, interrogando como uma identidade se reconstrói depois da ruptura.