"O Deus que Destrói" coloca arquivos coloniais em tensão com paisagens contemporâneas, animação e performance. Em Sápmi, Jyoti Mistry percorre uma longa história de controlo e exploração das terras e saberes indígenas, interrogando a violência preservada nas imagens e instituições. Ao interromper e retrabalhar o arquivo, o filme abre espaço à presença, ao som e à resistência Sámi.